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E-social e agora?

O maior objetivo desse projeto governamental é fazer com que as empresas e órgãos comecem a agir com mais transparência junto às relações de trabalho e diminuir as irregularidades. O “E-social” pode ser associado como a “vida da empresa” daqui para frente com uma nova gestão junto às relações onerosas.

O E-social está sendo implantado em três etapas: grandes empresas iniciaram em janeiro de 2018, as demais empresas em julho de 2018 e em janeiro de 2019 os órgãos públicos. O governo dividiu esta implantação em 5 etapas da seguinte forma:

  • Etapa 1: Cadastro do empregador e tabelas;
  • Etapa 2: Dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas;
  • Etapa 3: Folha de pagamento;
  • Etapa 4: Substituição da GFIP e compensação cruzada;
  • Etapa 5: Dados de saúde e segurança no trabalho.

Com o E-social é indispensável o uso dessa ferramenta digital pois toda comunicação com o gigantesco banco de dados governamental é feita através de arquivos “XMLs”.

Mudar paradigmas é o grande segredo das empresas para a efetivação e implantação do E-social. Seu propósito é a harmonização dos processos que envolvem à gestão de pessoas no ambiente de trabalho, aumento da arrecadação e fiscalização 100% online.

Nenhuma nova legislação foi implantada com o E-social, porém com a sistematização exigida pelo Governo federal as informações declaradas deverão ter qualidade, ser entregues no prazo e no formato solicitado, para que evitem possíveis penalidades às empresas.

O mundo atual é complexo, digital e precisa cada vez mais de pessoas envolvidas e engajadas com a atualização dos conhecimentos, por isso é essencial que sua empresa tenha um suporte confiável para que estas novas exigências sejam atendidas com a eliminação de riscos desnecessários.

Fonte: Vladimir Romeiro, contador, mestre, professor universitário e diretor da Conceitual Consultoria.

Coaching corporativo – uma nova ferramenta para alcançar resultados de alta performance

O coaching corporativo é uma nova forma de as empresas alcançarem os resultados planejados. Através de técnicas e ferramentas utilizadas no processo, o profissional dessa área será capaz de identificar todos os pontos positivos e negativos existentes na empresa e a partir desse diagnóstico terá condições de fazê-la alinhar seus desejos a estratégia traçada.

O processo de coaching corporativo desperta a responsabilidade envolvendo os profissionais da organização para se alinharem no cumprimento das metas e objetivos. Para que isso ocorra de forma eficiente e eficaz é primordial que se escolha um profissional que entenda de negócios e pessoas, afim de que as ações corretivas sejam trabalhadas e assim alcancem o estado desejado.

O profissional deverá identificar se todas as decisões e ações tomadas pela empresa vão ao encontro ao que esta quer deixar escrita na sua história. Seu grande papel será estabelecer uma conexão fazendo todos perceberem que o bem gerado será um benefício coletivo.

Fonte: Vladimir Romeiro, contador, mestre, professor universitário e diretor da Conceitual Consultoria.

O preço de um erro na contratação de colaboradores

Contratar uma pessoa para trabalhar na organização requer tomar alguns cuidados inerentes ao processo. Saber qual sua necessidade e qual o perfil da empresa e candidato é requisito essencial. Desta forma, a contratação de uma pessoa errada pode levar a organização a ter um custo de três a quinze vezes o salário pago a ela anualmente. Isso inclui:

  1. Tudo o que foi pago ao profissional durante o tempo em que permaneceu na empresa;
  2. Verbas rescisórias, multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e indenizações, quando devidas;
  3. Custos de contratação: exames médicos, documentação e benefícios;
  4. Despesas relacionadas a treinamento e período de adaptação ao cargo;
  5. Tempo dispendido pelo setor de recursos humanos e ou honorários pagos para a empresa especializada.

É comum que uma empresa ao fazer a contratação de um colaborador encontre dificuldades devido a não adequação deste profissional às suas necessidades, portanto, pra que este processo seja conduzido da maneira mais correta é prudente que antes da sua efetivação sejam avaliados todos os pontos com intuito de eliminar riscos à organização. O profissionalismo e preparo do selecionador é essencial para o sucesso deste objetivo.

Não podemos esquecer que a inadequação da escolha de um funcionário traz, ainda, perdas indiretas como:

  1. Desmotivação da equipe ou deterioração do ambiente de trabalho;
  2. Abalos no relacionamento com o cliente;
  3. Perda de produtividade e comprometimento de resultados.

Por fim, para a escolha do candidato ideal recomenda-se ao selecionador que o mesmo deve-se trabalhar com a combinação de bom senso, responsabilidade técnica a ser observada e com a realidade oferecida da empresa, evitando desta forma surpresas futuras indesejadas que possam comprometer a eficiência da organização nos resultados almejados.

Fonte: Vladimir Romeiro, contador, professor universitário e diretor da Conceitual Consultoria.


Imposto de renda: Os novos cruzamentos feitos pela Receita Federal

No período entre março e abril foram entregues as declarações de imposto de renda 2016, ano base 2015. Neste ano foram obrigados à entrega, contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis em 2015, acima de R$28.123,91, rendimentos isentos acima de R$40 mil ou contribuintes que tenham posse de bens acima de R$300 mil.

Alguns pontos de atenção devem ser observados, tendo em vista que a cada ano os cruzamentos realizados pela Receita Federal são maiores e mais eficientes.

Desde dezembro de 2015, está em vigor uma nova declaração acessória conhecida como E-Financeira. Disciplinada pela IN/RFB nº 1571/2015, trata da obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações de seu interesse, por meio de instituições financeiras e congêneres.

Essas entidades deverão prestar informações relativas a saldos de qualquer conta de depósito, inclusive de poupança; saldo de aplicação financeira; e aquisições de moeda estrangeira, quando o montante global movimentado ou o saldo, em cada mês, por tipo de operação financeira, for superior a R$2 mil, no caso de pessoas físicas, e R$6 mil, no caso de pessoas jurídicas.

Desta forma, é possível concluir que essa nova modalidade de cruzamento de dados terá grandes reflexos para os contribuintes. Tendo em vista que a Receita Federal já recebeu a informação das instituições financeiras sobre as movimentações financeiras das pessoas físicas e jurídicas no fechamento de 2015, o contribuinte que está enquadrado a cumprir com esta obrigatoriedade não terá como se isentar das prestações de contas com o fisco.

 

Fonte: Vladimir Romeiro, contador, professor universitário e diretor da Conceitual Consultoria.


Empreendedorismo: Transformando Oportunidades em Retornos

Segundo pesquisa efetuada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM, 2014) o Brasil é o país mais empreendedor do mundo.

No entanto, uma outra pesquisa realizada no Estado de São Paulo pelo SEBRAESP (2010) identificou que 27% das empresas abertas no Estado Fecham em até 1 ano e 58% nos próximos 5 anos.

Se somos uma nação empreendedora o que nos falta para conseguirmos manter o sucesso de nossos empreendimentos?

A maioria dos negócios iniciados no Brasil nasce através da visualização de uma oportunidade e, talvez, esteja aí a bifurcação.

Os empreendedores têm se mostrado ótimo em identificar oportunidades de negócios, mas não têm demonstrado a mesma capacidade de administração e planejamento que se traduzam em retornos efetivos.

Isto é que o mostra uma nova pesquisa também do SEBRAESP (2014) apontando que 8% das empresas foram encerradas por falta de capacidade e problemas em administrar e planejar o negócio e 19% por falta de capital ou lucro.

Este é um resultado alarmante uma vez que mostra que praticamente um terço das empresas fecham suas portas não por falta de capacidade técnica, mas por falta de conhecimento e suporte administrativo-financeiro.

Muitos empreendedores acreditam que conhecimento do negócio e uma pitada de ousadia serão suficientes para mantê-los, mas se esquecem que a sustentabilidade de qualquer negócio passa necessariamente pelos resultados trazidos ao empreendedor.

E quando falamos em resultados falamos em Planejamento e Finanças. Estes aspectos em nenhuma hipótese podem ser negligenciados. Muitos empresários sequer sabem de que se trata um “Plano de Negócios” ou qual a “Contribuição Marginal” de suas operações.

Termos como estes são básicos nas áreas de Gestão, Contabilidade e Finanças e precisam ser entendidos e aplicados a quaisquer negócios. No entanto, nem todo empreendedor possui tais conhecimentos e nem sempre conta com funcionários para estas atividades. É neste aspecto que reside uma importante chave para não se tornar parte do grupo de empresas que fecham suas portas: o entendimento e a gestão das finanças do negócio e seu planejamento, se não podem ser efetuados internamente, necessitam passar pela busca de soluções estratégicas, como parceiros que possam norteá-los.

Gerenciamento financeiro, gestão de custos, gestão de processos e operações são para qualquer empresa o raio-x dos negócios, possibilitando compreender, manter e alavancar os resultados.

Ademais, a mesma pesquisa mencionada relata que 39% das empresas que mantiveram-se ativas realizaram treinamentos em gestão contra apenas 28% das que foram encerradas. Aqui fica evidente outro aspecto do caminho empreendedor: não é preciso ser contador ou administrador para entender de gestão. Este campo do conhecimento é um daqueles campos em que não é preciso ser exatamente um especialista, mas no mínimo generalista.

Em síntese, não encare assessoramento e desenvolvimento em gestão empresarial como um custo, encare-os como investimento!

Texto elaborado por: Cleiton Almeida da Silva – contador, especialista em administração Industrial pela USP, e mestre em engenharia de produção pela USP, consultor em controladoria e finanças pela Conceitual Consultoria.


Crise econômica, e agora?

A teoria econômica afirma que existem os chamados ciclos econômicos, ou seja, períodos que se alternam em expansão e contração de toda atividade econômica de um país, ou seja, as chamadas crises que caracterizam-se pelos cenários de contração são previstas e fazem parte do processo de desenvolvimento econômico.

Mais que isso, embora sejam extremamente desconfortáveis e gerem diversos impactos negativos as crises são sucedidas por processos evolutivos.  São os problemas, as limitações e as dificuldades que aliados à iniciativa e perspicácia geram novas estratégias e oportunidades.

Neste momento as empresas estão buscando alternativas…

Isso sugere que deixemos de lado o pessimismo que tende a dominar os discursos e nos reinventemos, busquemos maior eficiência e qualificação, desenvolvamos novas estratégias…

Muitas organizações crescem mesmo em situações adversas e isso não ocorre por mera sorte ou por tratarem-se de setores privilegiados. O que determina isso é a forma como se posicionam e avaliam seus processos nestes momentos.

Busque alternativas para estar em contato com seus clientes, identifique o que eles estão buscando e trace seu plano.  Encontre formas de reduzir suas despesas sem que haja perda da qualidade  de seus produtos ou serviços prestados.

A palavra empreendedor surgiu na França (entrepeuner), e designava pessoas ousadas que estimulavam o progresso econômico mediante novas e melhores formas de agir. Desta forma, as empresas que apresentarem-se como alternativas viáveis para seus clientes superarão a fase de contração e sairão na frente no momento de expansão.

Segundo o Global Entrepreneurship Monitor, que estuda o empreendedorismo no mundo e tem no Brasil parceria com o Sebrae,  a taxa de empreendedores iniciais entre a população de 18 a 64 anos,  se manteve estável em 2013 e 2014 com 17,3%  e 17,2% e passou para 21% em 2015. Estes dados indicam que muitas pessoas estão se reposicionando e estão dispostas a assumir riscos e começar algo novo.

Então que tal mudar de posição saindo do lado dos que choram e partir para o lado dos que vendem lenços?

Fonte: Patrícia Velloso, economista, mestra em desenvolvimento econômico e professora de economia e finanças em cursos de graduação e pós-graduação. Consultora em finanças pela Conceitual Consultoria.


6 dicas para Reduzir perdas com inadimplência

  1. Previna-se: Consulte a situação financeira do cliente nos serviços de proteção ao crédito. Sempre, não só na primeira compra. Se for preciso, peça-lhe referência.
  2. Combinado não é claro: detalhe as condições de negociação em um contrato e explique-o para cliente. Também e obrigatório emitir nota fiscal. Só assim você poderá comprovar a venda e/ou prestação de serviços se a cobrança judicial for necessária.
  3. Crédito condicionado: mantenha o histórico de cada cliente atualizado e, com base nele, defina as regras de venda e de pagamento: enquanto os maus pagadores devem ser conduzidos a rédeas curtas, os bons podem ser premiados com descontos ou prazos maiores.
  4. Dê opções: ajude o cliente a ser pontual oferecendo-lhe várias formas de pagamento, como boletos, cartões cheques ou, até sistemas de pagamento online.
  5. Informatize: crie um sistema informatizado, mesmo que por meio de uma planilha, para organizar os recebimentos de sua empresa. Não conte com a memória ou com papeizinhos para controlá-los. Isso evita que uma inadimplência se esconda atrás daquele móvel embutido.
  6. Controle: ao constatar o não pagamento, faça um contato amigável com o cliente. Se as causas para o atraso forem outras que não o esquecimento ou não recebimento do boleto, por exemplo, ofereça-lhe alternativas para quitar a dívida o mais rapidamente possível. Negocie: cobrança eficaz é a que consegue receber o débito e, ainda, manter o cliente.

Fonte: Vladimir Romeiro, contador, professor universitário e diretor da Conceitual Consultoria.


O que é Contabilidade afinal?

Não importa qual a sua área de atuação: você já ouviu falar em Contabilidade.

Qual a primeira coisa que vem á mente se alguém te pergunta o que é Contabilidade?

A experiência mostra que as principais respostas serão associadas a impostos (principalmente a Imposto de Renda), folha de pagamento, Receita Federal e coisas do gênero. Esta primeira percepção se deve principalmente a uma característica do empresariado brasileiro: 99% (sim noventa e nove por cento) das empresas brasileiras são de Pequeno e Médio Porte, e representam 27% do PIB Nacional.

Toda e qualquer empresa necessita, por força da lei, de um contador. As chamadas PMES (Pequenas e Médias Empresas) estão, em geral, sujeitas a uma regulamentação diferenciada e isto inclui o aspecto contábil. Estas empresas são obrigadas a manter sua escrituração fiscal em dia e a enviar regularmente ao governo algumas Declarações. Estes são os serviços típicos prestados por escritórios contábeis às PMES. No entanto, a maioria das PMES não está obrigada a manter registros contábeis propriamente ditos.

Mas o que são registros contábeis propriamente ditos?

A Contabilidade é internacionalmente classificada como uma Ciência e, como toda Ciência, possui um objeto e um objetivo de estudo.

O Objeto de Estudo das Ciências Contábeis é o Patrimônio, objeto este compartilhado por outras ciências como o Direito e a Administração. O que diferencia as Ciências Contábeis das demais é o seu objetivo: estudar e registrar as alterações ocorridas no patrimônio visando fornecer informações para tomada de decisões.

Presumir que calcular impostos, folha de pagamentos e atender a Receita Federal sejam então o objetivo da contabilidade é uma visão míope que não condiz com o que acabamos de citar.

Independentemente de aspectos burocráticos e fiscais o profissional contábil está interessado em mensurar e registrar a posição financeira e patrimonial em que se encontra uma entidade. Para isto avalia e classifica seus Ativos (bens e direitos), Passivos (obrigações), Patrimônio Líquido (o valor residual contábil entre Ativos e Passivos), suas Receitas e suas Despesas.

Este objetivo é alcançado principalmente através da aplicação da técnica das Partidas Dobradas (sobre a qual falaremos em outra oportunidade) e resulta na apresentação de diversas Demonstrações, quais sejam:

  • Balanço Patrimonial (Demonstração da Posição Financeira);
  • Demonstração dos Resultados do Exercício;
  • Demonstração dos Resultados Abrangentes;
  • Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa; e
  • Notas Explicativas.

Este conjunto de Demonstrações fornecem aos usuários externos à empresa (credores, acionistas, etc) informações que lhes permitem tomar decisões com relação à empresa (como investir na empresa, financiá-la, etc).

Esta visão Societária Financeira-Patrimonial não é porém, o único resultado da contabilidade. Ela também se destina aos usuários internos (analistas, diretores, administradores, etc) permitindo uma série de entendimentos amplos que não se limitam a Demonstrações Padronizadas e permitem avaliar o desempenho do negócio e as possibilidades de alavancá-lo.

Como vimos, o campo de trabalho da Ciência Contábil passa sim pelo cálculo e Gestão de Impostos e Folha de Pagamento, mas não se limita em nenhuma hipótese, a isto.

Texto elaborado por: Cleiton Almeida da Silva – contador, especialista em administração Industrial pela USP, e mestre em engenharia de produção pela USP, consultor em controladoria e finanças pela Conceitual Consultoria.


Treinamento: A arte e reconhecimento da melhoria profissional

A arte e reconhecimento da melhora profissional

“Treinar é estar aberto à novas possibilidades e no reconhecimento aprimorar”.

Para entendermos a importância de um treinamento, basta analisarmos a performance de um atleta que realiza diariamente os seus treinos e a de uma pessoa que não pratica a arte de treinar. Com certeza, o atleta que treina terá melhores condições de desempenhar uma melhor condição e ou posição em relação ao seu adversário.
Assim também são os profissionais que buscam estar abertos à novos conceitos e aprimoramentos intelectuais.
Hoje em dia, devido à alta competitividade no mercado de trabalho, às empresas estão buscando encontrar profissionais que tenham a visão do aprimoramento intelectual. Já se foi a época onde devíamos sonhar com a graduação e já termos a garantia do sucesso profissional. Cada dia que passa devemos estar abertos a novas descobertas e novas provas de reconhecimento desta arte do "treinar".
Preocupada em atender com satisfação e qualidade este novo mercado exigente a  Conceitual Consultoria preparou e se especializou em desenvolver treinamentos que atendem a sua real necessidade.
Com realização de cursos e treinamentos em duas unidades e com cursos in company, fazemos de nossos clientes/alunos verdadeiros profissionais com visão de negócio.

Não deixe de nos contatar e nos demonstrar qual a sua real necessidade. Teremos o maior prazer e satisfação em ajuda-los neste processo intelectual.

 
Vladimir Romeiro
Diretor
Conceitual Consultoria

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